Estojo escolar

Estojo escolar: um, dois ou três compartimentos?

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    Parece um detalhe, mas é o artigo que mais vezes se compra duas vezes no mesmo ano — porque o primeiro não chegava. Aqui fica como acertar logo.

    Um compartimento

    O clássico. Leva lápis, canetas, borracha, afia e pouco mais. Chega perfeitamente até ao 4.º ano, e tem a vantagem de ser leve e caber em qualquer bolso da mochila.

    Cuidado com os modelos demasiado pequenos: se a criança tiver de forçar o fecho todos os dias, o fecho parte-se em dois meses.

    Para quem serve

    Pré-escolar e 1.º ciclo, ou alunos mais velhos que já só usam esferográfica e lápis.

    Dois compartimentos

    O equilíbrio mais seguro. Um lado para escrever, outro para o material de desenho ou a calculadora. Separar evita que o lápis de cor manche tudo o resto.

    Para quem serve

    A partir do 5.º ano, quando aparecem Educação Visual e mais disciplinas com material próprio.

    Três compartimentos e estojos completos

    Os maiores já vêm equipados: lápis de cor, marcadores, régua, tesoura. Compensam quando comparas o preço com o de comprar tudo à peça — costuma sair mais barato e vem tudo a condizer.

    O senão é o peso e o volume. Num ano em que a mochila já vai cheia, um estojo de três andares pode ser demais.

    Se a escola pede material de desenho específico, espera pela lista do professor antes de comprares um estojo completo. Muitas vezes há sobreposição.

    Que material dura mais

    • Tecido plastificado: limpa-se com um pano húmido e aguenta bem. A escolha mais segura.
    • Tecido normal: mais bonito e mais leve, mas mancha.
    • Silicone ou plástico rígido: impermeável e fácil de lavar, mas racha se cair muitas vezes.

    O fecho é o que falha primeiro

    Antes de comprar, abre e fecha o estojo algumas vezes. Um fecho que engata já na loja vai partir-se em novembro. É o único componente que raramente se arranja.

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